Com a descida, começou a aparecer o bom tempo e após a subida ao Lukmanierpass as nuvens desapareceram definitivamente (pelo menos por hoje). No entanto ainda havia algumas partes da estrada molhadas que provocaram um ou dois sustos, mas nada de especial.
A estrada levou-me a Bellinzona e sem entrar nessa cidade segui logo para norte em direcção ao Passo di San Bernardino. Uma sequência engraçada de curvas de cotovelo levam à parte mais alta onde existe um lago - como em tantas outras passagens - e um hospício - idem.
Após finalizar a descida senti-me excluído por não ter gasto 40 francos suíços (cerca de 34€) no selo das AEs. A estrada em que tive de seguir - até Chur - seguia paralela à dos que têm selo, mas parece um caminho de cabras em comparação com a estrada nacional.
Ao chegar a uma terra chamada Splugen saí dessa estrada e fui a Itália, onde se entra através do Splugenpass. No caminho de regresso parei para comer qualquer coisa num local com uma vista impressionante para o vale glaciar do lado suíço que tem duas sequências de curvas de 180º a segunda delas com vacas a pastar à beira da estrada.
Segui então em direcção a Chur e daí até ao Liechtenstein. Uma curiosidade ao entrar neste país por sul é que a estrada, ainda na Suíça, passa por dentro de uma base militar.
Após ir constatar que não se pode entrar no palácio parei no centro para uma rápida visita (por muito que me esforçasse nunca poderia ser longa porque aquilo tem uma rua e um largo central) e compra de uma ou outra recordação.
O caminho de volta levou-me a uma Chur caótica e onde as motos não furam nem sequer quando os carros estão parados!...
Daí segui o caminho mais rápido para Sankt Moritz através do Julierpass pois o desvio de cerca de 100km e quase 3 horas(!!!) para ir visitar um dos pequenos países da Europa fez com que chegasse quase de noite. Felizmente foi só quase de noite e assim ainda deu para ver a beleza da zona dos lagos de Silvaplana e St Moritz!
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